CASO MASTER: Como alguns jornalões apuram suas fontes

A imprensa hegemônica pratica algo como, podemos chamar, jornazismo, buscando imprensar a população entre a pobreza e a subserviência, como podemos extrair da criação de falsos heróis, como o Burreco do Sul e a famigerada lava-jato, que agora se vêem enrolados com fortes indícios de crimes.

A onda do momento, para essa imprensa, é a tentativa vil de associar o nome de Xandão às falcatruas envolvendo o Banco Master, com acusações sem provas, como se imputa à Tapuru Gaspar, cujas fontes lhe teriam falado no famoso “em Off“, o que vem sendo desmintido repetidamente por jornalistas e autoridades, como noticia a Fórum.

A sujeita vem sendo retratada como uma versão feminina de nosso amado CEO (Chato, Encrenqueiro, mas Ótima pessoa), o que  fazemos questão de informar ser totalmente inverídico pois, ainda que ela tenha uma tremenda cara de pau, essa carranca deve ser de pinus, muito utilizado em caixotes de feira, e não de madeira nobre como o Carvalho que compõe o corpinho gostoso de nosso dedicado lider jornalístico.

A tentativa de bombardear o STF através de Xandão, tem relação direta com os interesses escusos que sombreiam as diretorias de certos conglomerados jornalísticos, eternos cúmplices das putarias gringas contra os povos do planeta e das falcatruas praticadas pela direita e extrema-direita nacionais, com vozes se elevando em favor das canalhices, como a de Merdalhal Pereira, por exemplo, que já exige que Xandão prove sua inocência e não que a coleguinha dele prove as acusações.

Essa verborragia desesperada vem sendo desmentida paulatinamente e já se sabe que o texto antiXandão teve como fonte, provavelmente, o ex-presidiário André Esteves, como informa a Fórum.

A costumeira vomitação de informações baseadas “em Off“, além de ser indiscutivelmente sensacionalista, é causadora de indignação, tal como a expressada no ICL Notícias.

Se as informações obtidas “em Off” autorizam que falemos qualquer coisa, nos valeremos delas, pois recebemos, “em Off“, informações de bastidores da redação do jornalão de que a jornalista em questão e o presidente da ABL são apelidados, nas internas, de Tapuru Gaspar e Merdalhal Pereira, além de terem nos confessado, “em Off“, que os jornalões praticam sim jornazismo, de caso pensado, com o fim de se locupletarem indevidamente com a desgraça do Povo, o que confirma estarmos certos em nosso slogan: Se não aconteceu no mundo, nós inventamos. Igual a maioria dos jornais do Brasil.

 

 

 

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